Projeto: A Formação
Cultural do Estudante de Graduação: a contribuição da ação pedagógica da
iniciação científica por meio dos ciclos de diálogos científicos do Necaps.
1. IDENTIFICAÇÃO:
1.1. Natureza:
Projeto de Ensino-Pesquisa-Extensão;
1.2. Título: A Formação Cultural do Estudante de
Graduação: a contribuição da ação pedagógica da iniciação científica por meio
dos ciclos de diálogos científicos do Necaps;
1.3. Coordenação Geral: Profº Ms. Carlos Alberto Saldanha;
1.4. Coordenação de Execução: Profª Maírna Dias;
1.5. Campos
de Estudos: Educação Científica;
Educação Ambiental;
Educação e Saúde;
Educação e Juventude;
Formação
de Professores.
1.6. Pesquisadores: Profº Ms. Carlos Alberto Saldanha;
Profª Ms. Celene Carvalho;
Profª Ms. Maria de Nazaré Sodré;
Profª Márcia Santos;
Profª Saiara Silva;
Profª Neriane da Hora;
Profº Adriano Santos;
Profª Fernanda Sousa.
1.7. Estagiários
Voluntários: Adhara Lima;
Cristiane Cardoso;
Darlan Esteves;
Ewerton Moraes;
Jéssyca Cordeiro;
Luís Flávio Siqueira
1.8. Linha
de Pesquisa vinculada: Formação Inicial de Continuada;
1.9.
Descritor da Linha de Pesquisa: Investiga processos de formação inicial e
continuada em Educação Científica, Ambiental e Saúde, voltados a diversos grupos
sociais (alunos universitários, professores, técnicos, lideres comunitários)
que atuam na Educação da Juventude.
2. APRESENTAÇÃO:
O Projeto A Formação Cultural do
Estudante de Graduação, é
resultante da práxis do Necaps a partir de vivências pedagógicas sobre educação
científica, ambiental e saúde, dirigidas a formação inicial de professores, desenvolvidas
pelo estágio extracurricular no âmbito do Núcleo e em nos atendimentos
realizados na educação superior, por meio de ações de ensino-pesquisa-extensão,
construídas ao longo de sua trajetória acadêmica (1996-2010) no CCSE/UEPA.
3. PÚBLICO ALVO:
300 estudantes de graduação
distribuídos em 20 diálogos científicos (dois ciclos com 10 diálogos cada),
contendo cada diálogo 15 participantes em média.
4. JUSTIFICATIVA:
A
formação inicial de professores constitui-se em um campo de disputas
ideológicas, políticas e formativas traduzidas em termos de políticas públicas
de educação que buscam de alguma forma a melhoria da qualidade do ensino, a
partir do investimento na formação de educadores e educadoras em nível
superior.
Segundo Candau (2008, p. 35), a
formação de professores deve constitui-se como prioridade para as universidades
brasileiras buscando integrar suas ações fundamentais de ensino, pesquisa,
extensão e pós-graduação a formação de profissionais que coletivamente
construíram um modelo de universidade integrada à sociedade a qual deve servir,
por meio da “produção e transmissão de conhecimento, pesquisa e ensino,
formação de cientistas e professores, tão freqüentemente presentes em nossas
universidades”. Desta forma, a Universidade do Estado do Pará (UEPA), vem
consolidando-se na perspectiva de materializar esta inter-relação
universidade-sociedade, por meio de seus Cursos de Graduação, Programas,
Projetos, Núcleos de Ensino-Pesquisa-Extensão e Grupos de Pesquisa.
Sendo o Núcleo de Estudos em Educação Científica, Ambiental e Práticas
Sociais (Necaps) um Núcleo de Ensino-Pesquisa-Extensão nas áreas de educação
científica, ambiental e saúde, institucionalizado no âmbito do CCSE/UEPA desde
2006, em sua trajetória acadêmica, este buscou e ainda busca construir uma
prática interdisciplinar na formação inicial tendo como referencial a ação
pedagógica da iniciação científica (DAMASCENO, 2002), por se ter a compreensão
que por meio de diversos processos educativos teórico-práticos, se articulam “conhecimentos
científicos e do senso comum visando uma ampla reflexão da/sobre a realidade”, em
uma perspectiva “dialógico-participativa [que seja] capaz de mudar os contextos
em que está sendo desenvolvida e assim valorizar o fazer/saber científico como
uma construção social” (SILVA JÚNIOR, 2011, p. 93).
O Necaps, por meio de seu Grupo de Estudos e Trabalho sobre a Formação de
Professores, desenvolve uma ação de extensão que visa construir processos
educativos interdimensionais de ensino-pesquisa-extensão denominados de Diálogos Científicos que para Silva
Júnior (2011, p. 153), constituem-se como “ações de iniciação científica na
educação superior, a partir de rodas temáticas de discussões, em que o mediador
traz para roda, temas sobre educação científica, educação ambiental e educação
e saúde”, configurando-se ainda como “processos educativos [de] problematização
dos conteúdos trabalhados, [que buscam] fortalecer a formação de estudantes
cidadãos, críticos e atuantes, de modo que estes possam construir uma sociedade
mais justa, mais livre e democrática” e assim “fortalecer os processos formativos e contribuir na disseminação
do conhecimento científico”, integrando “o Necaps e a comunidade acadêmica da
UEPA”, por meio de serviços educacionais disponíveis a sociedade paraense.
É perspectiva apresentada, que consiste a relevância acadêmica, política
e sociais deste projeto, ao oferecer uma ação de extensão que busca desenvolver
uma prática interdisciplinar aos estudantes de graduação contribuindo para a
construção de uma formação cultural que permita entre outras coisas o
pensamento crítico, reflexivo, problematizador e questionador da realidade
sociocultural tornando estes sujeitos, agentes transformadores e sensíveis as
problemáticas do contexto educacional amazônico paraense.
5. OBJETIVOS:
- Contribuir na formação cultural dos estudantes da graduação, por meio de saberes e práticas de educação científica, ambiental e saúde, a partir de Diálogos Científicos/rodas temáticas de discussão;
- Desenvolver uma práxis interdisciplinar relacionando as vivências e práticas em ciência, ambiente e saúde;
- Promover o intercâmbio de experiências pedagógicas e científicas entre o Necaps, a comunidade acadêmica da UEPA, demais IES do PA e a comunidade interessada em temas de Ciências, Ambiente e Saúde.
O Necaps/CCSE/UEPA, por meio do GT de Formação, desenvolve ações de
iniciação científica diversas aos estudantes de graduação, por meio de uma
atividade anual denominada de Ciclo de
Diálogos Científicos do Necaps, que é uma ação de extensão do projeto “A Formação
Cultural do Estudante de Graduação: a contribuição da ação pedagógica da iniciação
científica por meio dos ciclos de diálogos científicos do Necaps”.
Este projeto tem como perspectiva congregar ações pedagógico-científicas
diversas sobre educação científica, ambiental e saúde na Educação Superior, com
vistas ao fomento a capacidade crítico-analítica de temas científicos que
possibilite a comunidade acadêmica refletir e problematizar questões da
realidade local e regional, para intervir mais significativamente nos espaços
socioculturais e educacionais em que estão inseridos e assim contribuir no
desenvolvimento do pensamento científico na Amazônia, sobretudo, no estado do
Pará.
Desta forma, parte-se de uma perspectiva teórico-prática da iniciação
científica com base em Calazans (2002), Damasceno (2002) e Fonseca (1996), para
as quais consideram imprescindíveis que na ação pedagógica da iniciação
científica se desenvolvam processos educativos capazes de problematizar “questões
vivenciadas em suas vidas e nas comunidades em que atuam, para que se
criem proposições, visando à superação de tais questões” e problemas detectados
nesta tessitura, formando “sujeitos mais críticos, cidadãos e construtores da
sociedade” (SILVA JÚNIOR, 2011, p. 94), tendo em vista que a iniciação
científica,
[...] como proposta para a construção do conhecimento
científico visa se constituir em instrumento de ação/reflexão/ação frente
à realidade, na medida em que possibilita, entre outras questões, a
investigação das culturas regionais, oportunizando ao aluno uma visão mais
sistemática da mesma e, com isso, a compreensão crítica dos seus problemas (FONSECA,
1996, p. 39).
Tal compreensão de iniciação científica requer ainda uma perspectiva de
formação que transcenda os paradigmas tradicionais e racionalistas técnicos,
“borrando fronteiras”, no sentido de se buscar uma formação humana em processo
mais integral e ampliada, que leve em consideração segundo Fonseca (2008), o
indivíduo enquanto ser humano em suas múltiplas dimensões, isto é, em seus
aspectos biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, ambientais
e pedagógicos.
Desta forma é que se julga necessário um (re)significar da formação
inicial de professores, mediante as diretrizes epistemo-metodológicas da Formação Cultural, enquanto categoria
conceitual e política para se pensar este novo desenhar da formação (SILVA
JÚNIOR, 2011), visando construir uma rede complexa de saberes entrelaçados a
realidade sociocultural dos sujeitos, por meio de conhecimentos científicos das
áreas de Ciência, Ambiente e Saúde e de saberes do cotidiano expressos no senso
comum das práticas sociais dos atores, como contribuição para a (re)construção
coletiva de conhecimentos, saberes e práticas na formação inicial de
professores mediante uma prática interdisciplinar organizada pedagogicamente
por diálogos científicos, co-orientada entre o Necaps, os estudantes de
graduação e a Universidade.
7. METODOLOGIA:
O projeto será orientado pela
concepção epistemo-metodológica dos processos educativos do Necaps/CCSE/UEPA
sob uma perspectiva interdisciplinar de integração entre as atividades de
acolhida, conhecimentos específicos e atividades de despedida (SILVA JÚNIOR,
2011), visando desta forma, construir uma formação cultural dos sujeitos de
modo que estes sejam protagonistas na ação pedagógica da iniciação científica
entendida como um processo formativo que transcende as questões meramente
instrumentais da pesquisa.
Neste contexto, o projeto prevê a
execução de dois Ciclos de Diálogos Científicos (um em cada semestre de 2011),
contendo cada um dez diálogos totalizando 20 atividades de iniciação
científica. Cada diálogo pedagógico e metodologicamente será desenvolvido a
partir das orientações de Fonseca (2006, p. 93-94):
·
Atividade de Acolhida: compreendem
atividades de integração grupal, nas quais são trabalhados conhecimentos,
habilidade e valores diversos, de modo a facilitar a participação [dos
sujeitos] nas tomadas de decisões, durante o trabalho;
·
Atividades de Conhecimento Específico: relacionam-se
aos conteúdos, as habilidades e aos valores referentes aos conhecimentos das
Ciências Naturais, Ciências Ambientais e da Saúde, sendo desenvolvidas por meio
de atividades de iniciação científica (observações, experimentações,
levantamentos, improvisações de materiais, excursões, escrita de textos,
relatórios, produção de cartilhas e artigos), de informática (construção de
gráficos e tabelas) e lúdicas (desenhos, jogos, música, teatros, paródias, colagem,
construção de murais, maquetes, etc.) relativas aos temas desenvolvidos nos projetos
de ensino, pesquisa e extensão propostos;
·
Atividade de Despedida: são dinâmicas que
visam propiciar a avaliação do trabalho realizado, assim como, um clima
favorável ao retorno dos participantes às atividades, de forma a prevenir sua
evasão do Núcleo.
Além dos planos de trabalho cada
diálogo científico gerará um relatório teórico-prático em forma de vivência
pedagógica, conforme Silva Júnior (2011, p. 150-1510), assim define:
· Introdução – um texto discursivo que organiza aspectos
como: a justificativa do tema; apresentação de dados gerais da atividade como
nº de participantes, carga-horária, lócus de realização da atividade, data de
realização; questão (ões) de investigação e/ou discussão (ões); e apresentação
geral da temática devidamente respaldada, no referencial teórico-metodológico
norteador da oficina;
· Objetivos – materialização do que se pretende
obter/apreender com [o diálogo científico] exprimindo a inter-relação entre
ensino-pesquisa-extensão de maneira interdisciplinar buscando atingir as
possíveis respostas das questões levantadas na introdução. Os objetivos são os
mesmos trabalhados no plano de trabalho [dos diálogos];
· Ações
desenvolvidas – mapeamento de
todas as atividades desenvolvidas durante [o diálogo científico];
· Fazer
Pedagógico – sistematização
expositiva de todo o percurso metodológico das ações desenvolvidas, contendo a
descrição na integra de todos os procedimentos metodológicos adotados, assim
como, os recursos pedagógicos utilizados, articulado ao referencial
teórico-metodológico adotado;
· Contribuições
da Vivência – reflexão
teórico-prática [do diálogo], contendo a sistematização e análise dos dados
construídos na ação, em que se apresenta: a discussão; as conclusões; falas
significativas; impressões; avaliação, ou seja, a reflexão-crítica da ação
desenvolvida;
· Referências, Apêndices e Anexos.
Metodologicamente o projeto se
organizará nas seguintes etapas, a saber:
1- Reunião de Socialização do Projeto e
chamada para inscrições de Diálogos Científicos: consistirá e um momento de
socialização do Projeto para o Necaps, para sensibilizar os atores sociais a
participarem;
2- Reuniões Pedagógicas com a equipe de
execução do projeto: serão reuniões de acompanhamento, planejamento e avaliação
das etapas de execução do projeto;
3- Reuniões Pedagógicas com os educadores: serão
reuniões de cunho formativo que subsidiarão a construção dos processos
educativos a serem desenvolvidos durante os diálogos científicos pelos
educadores do Necaps;
4- Planejamento dos Ciclos de Diálogos
Científicos do Necaps: organização dos ciclos de diálogos científicos, bem como
dos planos de trabalhos dos diálogos e montagem de cronograma com datas,
horários e locais para a realização dos ciclos;
5- Mobilização/Sensibilização e inscrição
dos participantes do Ciclo: consistirá na divulgação a comunidade acadêmica da
UEPA, prioritariamente, da programação dos ciclos de diálogos científicos do
Necaps;
6- Execução dos Ciclos de Diálogos
Científicos do Necaps: consistirá na realização dos 20 diálogos científicos
previsto no projeto e de acordo com a proposição epistemo-metodológica dos
processos educativos do Necaps;
7- Avaliação Coletiva dos Ciclos: após a
execução de cada ciclo serão organizadas reuniões junto à equipe responsável
pelo projeto e os educadores envolvidos para avaliar a ação pedagógica desenvolvida;
8- Elaboração de Relatórios Parcial e Final:
consistirá no registro sistemático das atividades desenvolvidas durante a
execução do projeto;
9- Socialização dos Resultados do Projeto no
II Seminário de Formação e Ensino-Pesquisa-Extensão do Necaps (2012): prevê-se
a socialização dos resultados dos projetos no Necaps e durante a programação do
II Seminário organizado pelo Núcleo com previsão para 2012.
8. CRONOGRAMA:
CRONOGRAMA DE
EXECUÇÃO:
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ATIVIDADES/DESCRIÇÃO DAS FASES.
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MESES
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01
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03
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04
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05
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07
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08
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09
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10
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11
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12
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Reunião de
socialização do projeto.
Reuniões
Pedagógicas com a equipe responsável.
Reuniões
Pedagógicas com os educadores.
Planejamento
dos Ciclos.
Mobilização/sensibilização
e inscrição de participante.
Execução dos
Ciclos.
Avaliações
coletivas dos Ciclos.
Elaboração de
Relatórios.
Socialização
dos resultados no Necaps.
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X
X
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X
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X
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X
X
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X
X
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Participação
no II Seminário de Formação e Ensino-Pesquisa-Extensão do Necaps.
|
Em
2012.
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9. REFERÊNCIAS
CALAZANS,
Julieta. Articulação teoria/prática: uma ação formadora. In: CALAZANS, Julieta
(org.). Iniciação Cientifica: construindo o pensamento critico. 2ª Ed.
São Paulo/SP: Cortez, 2002;
DAMASCENO,
Maria Nobre. A formação de novos pesquisadores: a investigação como construção
coletiva a partir da relação teoria-prática. In: CALAZANS, Julieta (Org.).
Iniciação Cientifica: construindo o pensamento critico. 2ª ed. São
Paulo/SP: Cortez, 2002;
FONSECA,
Maria de Jesus da Conceição Ferreira. Construindo uma agenda de pesquisa em
educação científica, ambiental e saúde: a experiência do Núcleo de Estudos em
Educação Científica, Ambiental e Práticas Sociais – Necaps. In: Revista
Cocar/Universidade do Estado do Pará; v.2, nº 4. Belém/PA: EDUEPA, jul/dez.
2008;
______. Ações
de ensino-pesquisa-extensão em educação científica, ambiental e saúde: a proposta
educativa do Necaps-CCSE-UEPA. In: Revista Multiplicações: extensão
universitária da UEPA/ Pró-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do
Pará. Belém/PA: UEPA, n° 2, 2006;
______. Ensino
de Ciências: um caminho para políticas públicas em educação – o caso de Santa
Izabel do Pará. 1996. Dissertação de Mestrado. (Programa de Pós-Graduação em Educação).
Cento de Educação/Universidade Federal do Pará, Belém/PA, 1996;
SILVA JÚNIOR, Carlos Alberto Saldanha da. (Re)Significando a Formação
Inicial a partir de novos Territórios de Formação: um estudo sobre o Necaps/CCSE/UEPA. 2011. Dissertação de Mestrado.
(Programa de Pós-Graduação em Educação). Centro de Ciências Sociais e
Educação/Universidade do Estado do Pará, Belém/PA, 2011.
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